sexta-feira, fevereiro 25, 2011

Makulatur / Paulo Nozolino

Doze fotografias em seis dípticos. A perda, a raiva e a mácula. É a mais pessoal exposição de Paulo Nozolino de sempre. Sóbria e contida, uma reflexão sobre a vida e a morte. “Makulatur” surge dois anos depois de “bone lonely” e será igualmente editada em livro pela alemã Steidl.















Inauguração 24 de Fevereiro 2011
Galeria Quadrado Azul, Largo dos Stephens,Lisboa.













































































































quarta-feira, fevereiro 23, 2011

"Makulatur", exposição de Paulo Nozolino.

A perda, a raiva e a mácula.




PRESS RELEASE


Doze fotografias em seis dípticos. A perda, a raiva e a mácula. É a mais pessoal exposição de Paulo Nozolino de sempre. Sóbria e contida, uma reflexão sobre a vida e a morte.

Com inauguração a 24 de Fevereiro, na Galeria Quadrado Azul, Largo dos Stephens, nº4, em Lisboa, às 22h, “Makulatur” surge dois anos depois de “bone lonely” e será igualmente editada em livro pela alemã Steidl.



PAULO NOZOLINO, 55 anos, nasceu em Lisboa. Com base em Londres, entre 1975-78, estudou fotografia e começou uma longa série de viagens pela Europa, América e Ásia. Viveu em Paris durante a década de 90. Bolseiro da Villa Médicis em 1994-5, publica “PENUMBRA” (Scalo 1996), resultado de doze anos de viagens pelo mundo árabe, com exposição em Lisboa no CCB. Recebe o Grand Prix de la Photographie, Vevey, Suiça em 1995 para trabalhar no projecto “SOLO”, uma incursão solitária sobre o estado da Europa, de Auschwitz a Sarajevo, premiado com o Oskar Barnack Award, Arles 1998. Em 1999 trabalha com Robert Frank no filme “San Yu” em Paris e parte em seguida para Macau onde concebe “FIM”, que expõe na Culturgest, Lisboa, 2002. A Maison Européenne de la Photographie, Paris, dedica-lhe uma exposição em 2001 intitulada “NADA”. Em 2005, uma grande exposição antológica é feita pelo Museu de Arte Contemporânea de Serralves, no Porto e o livro “FAR CRY”, publicado pela Steidl recebe o Deutscher Fotobuchpreis, Stuttgart, no mesmo ano. Recebe o Prémio Nacional de Fotografia em 2006, pelo conjunto da sua obra. Em 2009 expõe “bone lonely” na Galeria Quadrado Azul em Lisboa e nos 40 Anos dos Rencontres d’Arles, em França. Vive e trabalha entre Lisboa e Paris.



Galeria Quadrado Azul
Largo dos Stephens, nº 4
Lisboa

Patente ao público de 24 de Fevereiro a 21 de Abril de 2011

sábado, fevereiro 19, 2011

Orlando Ribeiro, fotógrafo.


ORLANDO RIBEIRO, 1911-1997








Ilha de S. Tomé. 1952. A Roça de Rio do Ouro.© CEG


Ilha de S. Tomé. 1952. Roça de Rio do Ouro. Mulheres no trabalho da «escolha» do cacau.© CEG

Ilha de S. Tomé. 1952.© CEG


Ilha do Príncipe. 1952Baía de Praia Caixão, com mangal.© CEG


Ilha do Príncipe. 1952. Fábrica de óleos numa roça.© CEG





Ilha do Fogo. 1951. Mosteiros.© CEG


Ilha do Fogo. 1951. Mosteiros.© CEG


Ilha do Fogo. 1952. Um «branco» e um mestiço jogando um jogo africano – banco de ourim.© CEG


Porto de Bissau. 1947. Carregamento de amendoim.© CEG


Bissau. 1947. Orlando Ribeiro com Talibé, o seu «informador» local.© CEG


Bafatá. Aldeia Balanta. 1947. Bembal de barro onde se guarda a provisão anual de arroz de família.© CEG


Oudame. 1947. Casas dos Papel.© CEG


Bissau. 1947. Tabancas Brames com o seu cercado de pau alto.© CEG


Zambeze. 1961. Palhota quadrada, de andar.© CEG







Um mercado. 1947. Vendendo mandioca.© CEG



Nova Caipemba. 1960. Casas e celeiros© CEG


Inhambane. Manbone. 1961. «Miolo» de palhota redonda.© CEG


Baixa do Cassange. 1960. Dançarinos© CEG

Nova Sofala. 1961. Tronco de embondeiro meio envolvido por um ficus.© CEG

Uma família de portugueses no Colonato da Cela (1960)© CEG

Catofe. 1960. Colonato açoreano© CEG

Mulheres do Sudoeste de Angola (1961)© CEG


Goa. Sanguém. Um gouli com as três mulheres e a numerosa prole (1955)© CEG

Goa. Galgibaga. Embarque de louça de barro para levar ao mercado em piroga com balanceiro lateral (1955)© CEG
Goa. A praia de pesca de Siridão (1956)© CEG

Damão. Crianças mouras (1956)© CEG

Fortaleza e Damão Pequeno (1956)© CEG


Damão. Traje antigo de cristã (1956)© CEG


Damão. Barco de machins. O costado é alteado com bambús, para enfrentar o mar (1956)© CEG


Diu. Machins de Damão© CEG


Diu. Palmeiras garli que bordejam o litoral e se disseminam um pouco pelo interior© CEG
Diu. Brancavará. Vendedeiras de Suró – vinho fabricado com seiva da palmeita cajuri (1956)© CEG


Diu. Movimento nas ruas comerciais da cidade© CEG