segunda-feira, junho 11, 2012

Exposição "Broken Strangers Beijing", de Tiago Silva Nunes.






PENTE 10 - FOTOGRAFIA CONTEMPORÂNEA INAUGURA EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIAS “BROKEN STRANGERS BEIJING”, DE TIAGO SILVA NUNES

A Galeria Pente 10 inaugura no dia 19 de Junho, terça-feira, a exposição Broken Strangers Beijing, de Tiago Silva Nunes. A exposição apresenta oito dípticos (cor) da terceira parte do projecto Broken Strangers, um projecto que explora o tema da relação entre o Homem, o Urbano e a Paisagem em quatro metrópoles contemporâneas: Londres, Lisboa, Beijing e Rio de Janeiro.


Para Maria do Carmo Serén “[Estas] imagens conflituam na luta da globalização e dos conflitos da imagem fotográfica. E, como sempre acontece na habituação dos gestos e das atitudes, (e é essa a magia da contaminação), há perdas e ganhos mas uma nova identidade. Uma complexa, intangível identidade que se veste de uma aparente ocidentalização e, em paralelo, uma estranheza que a Fotografia, rompendo e fraccionando o mundo, lhe atribui e, rasgando a continuidade e a ordem das coisas, nos dificulta o olhar.

A selecção não é, naturalmente, neutra. Identifica a intimidade do sujeito do fotógrafo com os valores e males deste nosso Ocidente em crise de memória. É o esplendor negativo das nossas cidades tóxicas, criadas para manter a ordem do lucro, das coisas e dos homens em pouco espaço [...]. Nestas aglomerações funcionais que o homem constrói e dizemos sem humanidade, o mesmo homem isola-se com os seus devaneios, fecha-se em si, parte: a solidão é o nosso corolário da vida utilitariamente programada.

Em busca da intangibilidade, da estranheza do diferente, daquela alma que cada cidade constrói para se sentir em casa, o fotógrafo escolheu os contrapontos que poderiam contaminar esse destino global e que nos surgem como uma velha estampa chinesa [...].

É pois uma cidade de signos, onde os próprios signos nos são mostrados na ambivalência dos dípticos para gerarem a compreensão do novelo onde entrançamos a vida e o futuro. [...].

E se o enredo desta selecção de imagens nos pode levar a diversas reflexões e devaneios cognitivos, a sua sedução repousa nesse olhar primeiro: são imagens de afecto que não voltarão a repetir-se.” excertos do texto Esta é uma Cidade que já não é,
Tiago Silva Nunes é um fotógrafo e realizador cujo trabalho explora a relação entre Cidade, Espaço e Paisagem de um ponto de vista ficcional. O seu trabalho fotográfico está presente na colecção BESArt e Agatha Ruiz de la Prada e é representado pela Galeria Fonseca Macedo.

Estudou arquitectura e cinema em Lisboa, Veneza e Amsterdão. Vive e trabalha em Lisboa.
Tiago Silva Nunes “Broken Strangers - Beijing"

Pente 10 - Travessa da Fábrica dos Pentes, 10 (ao Jardim das Amoreiras)
1250-106 Lisboa 
catarina@pente10.com www.pente10.com 
Tel. 91 885 15 79 Inauguração terça-feira, 19 de Junho, às 19H00. 
A exposição estará patente até 15 de Setembro de 2012
Horário: 3a a Sábado, 15H00 às 19H00




terça-feira, junho 05, 2012



MADRIDFOTO 2012 se presenta como la única feria internacional especializada en fotografía contemporánea de nuestro país destinada a un nuevo coleccionismo privado, corporativo e institucional. MADRIDFOTO pretende ser una experiencia lúdica para descubrir nuevos valores en fotografía contemporánea.

En su cuarta edición, MADRIDFOTO (7 al 10 de junio) se traslada a MATADERO MADRID en la nave 16.
Junto con el nuevo espacio, también se ha decidido apostar por una feria más selecta con 29 galerías de alta calidad expositiva. Entre ellas, 12 son extranjeras de la talla de Duncan Miller (Los Ángeles), que repite por segundo año oEsther Woerdehoff, (París), que participa por primera vez. Contamos con el apoyo de 12 galerías madrileñas comoAlexandra Irigoyen, Blanca Berlín, Distrito 4, Espacio Foto, Espacio Mínimo, Fúcares, Gao Magee, Heinrich Ehrhardt, Max Estrella, Oliva Arauna, Pilar Serra, Raymaluz, así como la catalana Tagomago y de la portuguesaCarlos Carvalho que han participado en la feria desde su primera edición.

Como en las ediciones anteriores, el espacio estará especialmente diseñado por el arquitecto madrileño Andrés Jaque, para hacer de MADRIDFOTO una experiencia cómoda, agradable a la vez que innovadora, donde se resalta las obras expuestas por las distintas galerías. Su formato reducido permite al espectador tener una experiencia intima con las obras y sus agentes. Por ello, la implicación del público es una prioridad.
MADRIDFOTO también organizará conferencias, entre las que destaca la impartida por Baron Wolman, reconocido fotógrafo americano de la revista Rolling Stone, además de firmas de libros donde los visitantes de la feria pueden comprar publicaciones y conocer a sus autores. (Programa completo en www.madridfoto.es)

Dirigido a un público más profesional, MADRIDFOTO ha elaborado para su cita de 2012 un amplio programa de mesas redondas y debates. Bajo la dirección de Andrés Isaac Santana (Cuba, 1973) crítico, ensayista y curador, se ha creado el Foro de Expertos, cuyos debates tratarán de: Lo fotográfico y la fotografía: Coleccionismo,comercialización y nuevos paradigmas de transacción de la imagen.

MADRIDFOTO 2012 quiere garantizar el compromiso de distintas instituciones, otorgando los siguientes premios: 3er Premio Comunidad de Madrid a Jóvenes Fotógrafos (CAM - MADRIDFOTO) con 10.000 €, el 1er Premio FOTO Art Fairs Heineken (3.000 €), 1er Premio Casa Mónico (5.000 €) y 1er Premio de Arquitectura Social-Fundación Konecta (10.000 €).

MADRIDFOTO 2012 cuenta con la colaboración del Ministerio de CulturaComunidad de Madrid y Ayuntamiento de Madrid, así como de empresas colaboradoras, que confían en el éxito de este concepto de feria como Hermès,VolvoSER , Casa Mónico o Heineken.

madridfoto
Información General

7 al 10 de Junio 2012 en Matadero Madrid, Nave 16.
Paseo de la chopera, 14. 28045 Madrid
www.mataderomadrid.org
Horarios: 
Visita previa profesional:
Jueves 7 de Junio de 12:00h a 21:00h

Entrada a la feria:
Viernes 8 de Junio, de 12 a 21h
Sábado 9 de Junio, de 12 a 21h
Domingo 10 de Junio, de 11 a 20h

Precio Entrada:
9 € Tarifa Completa
6 € Reducido solo para estudiantes, mayores de 65 años y grupos de mínimo 10 personas.

¿Cómo llegar a MADRIDFOTO
Metro: Legazpi (líneas 3 y 6) 

Autobuses EMT: 6, 8, 18, 19, 45, 78 y 148
Cercanías: Embajadores y Pirámides
Para más información: info@madridfoto.es www.madridfoto.es o tfno. 91 369 75 37

sexta-feira, junho 01, 2012

A Otorrinolaringologia e o Châlet dos Péreire


Foi apresentado no dia 31 de Maio de 2012, na Sociedade de Geografia de Lisboa, pela Secção de Medicina desta Instituição Cientifica o livro “A Otorrinolaringologia através da História da Medicina", foram oradores: o Almirante – Médico Luiz Gonzaga Ribeiro, o Prof. Dr. António Barreto e o Dr. José Luis Dória.




Da autoria de João José P. Edward Clode, este livro sucede a outros que o Dr. João Clode já tinha publicado: “A Otorrinolaringologia em Portugal”, 2010 e a “História da Otorrinolaringologia”, 2007. Estão de parabéns a Sociedade de Geografia de Lisboa e a Bial por tornar possível a edição destes  trabalhos. Está de parabéns o nosso amigo João Clode.





















O João Clode é também um entusiasta do coleccionismo, de tudo o que diga respeito à medicina e à fotografia antiga. Alguns perguntarão onde é que estes dois temas se encontram. Isso acontece em múltiplas ocasiões. Quando ouvia o Dr. Dória a referir-se à família Pereira, que se tinha estabelecido em França, anotei imediatamente o nome. Ao meu lado uma amiga reparou que eu anotava tudo! De facto, a ligação dos Pereira com a Otorrinolaringologia não me era estranha. Vejam porquê:

Colecção Ângela Camila Castelo-Branco e António Faria


O  Dr. João Clode também já nos mostrou onde a medicina e a fotografia se cruzam: na História da fotografia e da sua aplicação à Medicina.


quarta-feira, maio 30, 2012

LXFactory, uma ilha criativa a visitar.

"A Madame Pipi já não mora aqui"
Fotografias e montagem Ângela Camila Castelo-Branco 

sábado, maio 26, 2012

Bonfils.

Leilão Soler y Llach
Lote: 0020


1870-1880. Fotografia de Bonfils (XIX). 
33 fotografías de Palestina, 2 son panorámicas. Papeles albuminados, 22 x 28 cm, datos impresos en las fotografías, tirajes de época. La fotografías fueron recopiladas por un viajero español en un álbum titulado Recuerdo de Tierra Santa. Se adjunta una fotografía de Fiorillo y una anónima.

Margaret Bourke-White.



Lote: 0086
1949. Fotografia de Margaret Bourke-White (1904-1971). Country Life. Gelatina de plata, 19 x 19 cm, sello húmedo de Life, tiraje de época.

sexta-feira, maio 25, 2012

Keystone.


Leilão Soler y Llach



Lote: 0171
1970-1980. Fotografia. Keystone (XX). 5 fotografias. Gelatinas de plata, 21 x 15 cm, sello humedo de la agencia, tirajes de prensa de época.




Frank Meadow Sutcliffe.



Lote: 0024


1880. Fotografia de Frank Meadow Sutcliffe (1853-1941). Whitby.
Imagem 15 x 20,5 cm, soporte 25 x 31 cm, tiragem de época.

John Huston e Orson Wells.

Soler y Llach - Leilão de fotografias



Lote: 0190

1974. FOTOGRAFÍA. José Castellví (XX). 6 fotografias de John Huston y Orson Wells, rodaje de la pelicua al otro lado del tiempo, película inacabada de Orson Wells. Gelatinas de plata, 24 x 18, 5 cm, sello húmedo del fotógrafo, tirajes de época.

segunda-feira, maio 21, 2012

Slideshow - Conversa com Rita Barros na Galeria Pente 10




Rita Barros vive no histórico Chelsea Hotel, em Nova Iorque, há  quase três décadas. Em Agosto de 2011 o Hotel foi vendido e fechou ao público. Os novos donos iniciaram uma campanha de intimidação aos residentes de longa data (100 pessoas) ao mesmo tempo que deram início a demolições extensivas dos quartos não ocupados.
As condições têm sido precárias e os residentes juntaram-se para lutar pelo direito a manter os seus apartamentos sob ameaças de despejo, acções variadas de intimidação e toda a espécie de golpes sujos.

"O mar dos espíritos", cianotípias na Galeria Serpente.




NORIAKI HAYASHI 
the sea of spirits cianotipos/cyanotype 
9 de Junho a 14 de Julho 2012


O mar de espíritos
Os trabalhos são realizados pelo método do cianotipo (utilização da luz do sol). O cianotipo é uma técnica clássica de impressão fotográfica. Obtém-se por este processo um azul profundo em tecido ou papel. Os trabalhos registam a sombra da personagem (uma criança) ou objetos naturais em tecido de grandes dimensões. É como uma pessoa a nadar no mar da vida. A imagem dos trabalhos é o mar espiritual estendendo-se ao infinito.
Noriaki Hayashi

SERPENTE - Galeria de Arte Contemporânea
Rua Miguel Bombarda 558
4050-379 PORTO
Portugal tel: 00351 226 099 440
galeriaserpente@sapo.pt
www.galeriaserpente.com
quinta a sábado das 15.00 às 19.00 horas

Conferência "Mulheres de oitocentos".

Centro Português de Fotografia.

Exposição "Atrás da farsa".


sábado, maio 05, 2012

Feira do Livro 2012 - António Lobo Antunes.

Escritor António Lobo Antunes, na Feira do Livro de Lisboa.

©Fotografia Ângela Camila Castelo-Branco

quarta-feira, maio 02, 2012

Fernando Lopes (1935 - 2012)

Fernando Lopes no Jardim da Estrela, Lisboa 2011
© Fotografia Ângela Camila Castelo-Branco






quarta-feira, abril 18, 2012

Esperança.


Campo de S. Francisco, Ponta Delgada, Açores
Fotografia Ângela Camila Castelo-Branco



É um dia húmido de Novembro. São Miguel está, como quase sempre, sob uma espessa camada de nuvens. Azorian torpor é como os ingleses chamam a esta atmosfera opressiva, obsidiante, que não só atormenta o corpo como parece infiltrar-se e assediar a mente. Na baixa de Ponta Delgada, ao lado da Tabacaria Açoriana, fica a loja de quinquilharias de Benjamim Ferin. Antero entra na loja e cumprimenta o empregado. Está calmo, tranquilo. Pergunta se tem revólveres à venda. O empregado olha-o surpreendido. Antero, sorri:

- Sabe, vou morar para um local longe de vizinhança. Com os ratoneiros que andam por aí, é bom estar prevenido.

- Sem dúvida, senhor doutor. É mais prudente estar prevenido.

E vai buscar as armas que tem para venda. Antero analisa-as uma a uma. Acaba por optar por um revólver Lefaucheux. O empregado ensina-o a carregá-lo.

- Nunca peguei numa arma de fogo...

O homem dá-lhe mais algumas explicações. Quando vai a retirar as balas do tambor, Antero diz-lhe:

- Não, não. Deixe-o assim, já pronto.

O homem obedece, mas avisa de que convém nunca esquecer que a arma está carregada, pronta a disparar. Às vezes há acidentes...

- Esteja descansado. Vou ter todo o cuidado.

Enquanto embrulha o revólver com sucessivas camadas de papel, o empregado pergunta:

- Ouvi contar que o senhor doutor ia para Lisboa?

- Pensei nisso, mas desisti, pois ultimamente tenho passado melhor.

- Ainda bem, senhor doutor. Ainda bem.

Antero tira da algibeira algumas libras que põe sobre o balcão:

- Faça o favor de se pagar. Eu nunca me habituei a fazer dedução de moeda fraca.

Antero sai. Os homens que estão à porta, saúdam-no respeitosamente.

Vai a casa de seu primo, Augusto de Arruda Quental. Quando entra coloca o embrulho sobre uma mesa e, por cima, põe o chapéu. Conversa tranquilamente com o primo. Falam de banalidades. O tempo, a política, coisas da família. Quando Antero se ergue para sair, o primo dá-lhe o chapéu e faz depois menção de lhe entregar também o embrulho. Antero quase grita:

- Não lhe pegues!

Despedem-se.

Metendo pela Rua de S. Brás, encaminha-se a passos lentos para o Campo de São Francisco, uma ampla praça pública de Ponta Delgada. Aí, senta-se num banco, junto do muro do convento da Esperança.. Nesse muro, por cima do banco, um dístico em pedra lavrada mostra a palavra esperança sobreposta a uma âncora. Antero sorri. Esperança e uma âncora que o segurem à vida, eis precisamente o que lhe falta.

Olha o largo, com as suas árvores, com as suas simétricas placas redondas de relva, circundando o pequeno coreto implantado no centro. Há pouca gente. Uma senhora passa perto levando pelas mãos duas crianças. À memória ocorre-lhe a imagem de um menino passeando ali, pela mão de seu pai, muitos anos atrás. De tudo, o pior mal é ter nascido, pensa.

terça-feira, abril 03, 2012

“E ainda vejo os seus rostos. Fotografias de judeus polacos”.







A exposição eternaliza/retrata muitas das famílias de judeus que viveram na Polónia antes da Segunda Guerra Mundial, muitas das quais padeceram no decurso da perseguição nazi. A Fundação Shalom, pela mão da sua fundadora, Golda Tencer, reuniu ao longo de vários anos, mais de nove mil fotografias, enviadas por vizinhos e amigos, bem como por judeus polacos espalhados por todo o mundo, que guardaram nos seus novos lares, fragmentos dos tempos antigos conservados durante mais de 50 anos. Assim foi constituída esta extraordinária exposição que os maiores museus e galerias de todo o mundo têm vindo a acolher e que pode ser denominada como um pranto de saudade por aquele mundo que hoje regressa apenas sob a forma de fotografias antigas.




Inauguração no dia 22 de Abril, às 16h30, no Centro Português de Fotografia.

sábado, março 24, 2012

O SABOR DO CINEMA - MOMENTO XXI



12 Fevereiro - 15 Abril de 2012 - Auditório de Serralves




Neste momento XXI do ciclo sazonal O SABOR DO CINEMA, abraçamos decididamente o olhar documental (as distintas reflexões sobre diferentes processos auto-gestionários de Danielle Incalcaterra, Mariana Otero e o Grupo Medvedkine; o processo criativo de Lucebert segundo Johan van der Keuken, em duas etapas do seu percurso artístico; os processos, amiúde poéticos, de trabalho dos homens vistos por Sergei Dvortsevoy, Vittorio de Seta e António Campos, etc.), bem como as durações não-formatadas (esplêndido quadro de honra das médias e curtas-metragens).


Como sempre, pretendemos que as nossas sessões sejam de CINEMA FALADO, com breves apresentações e conversas pós-projecção sem limites de duração que não os do cansaço dos vários intervenientes. Em tempos de vacas magras, este é um programa cozinhado para alimentar o pensamento e a emoção, a dignidade de quem duvida e a indignação de quem se sente…


E como os filmes só existem totalmente quando um espectador os partilha com outros espectadores, no coração do escuro, não é ambição desmedida desejarmos que o maior número possível de olhares deles possa usufruir.

Associação “Os Filhos de Lumière”


O Sabor do Cinema é um ciclo projecções - conversa organizado pelos “Filhos de Lumière”, que propõe o visionamento e a discussão de filmes de todos os géneros, origens, épocas e durações. Para que esses mesmos filmes continuem a produzir pensamento(s) fora dos trilhos do mercado audiovisual.


Entrada Gratuita mediante levantamento de bilhete na recepção de Serralves.

25 Mar 2012
das 16:00 às 19:00
Auditório de Serralves


O Dia do Pão
Sergei Dvortsvoy, 55’, 1999, Cazaquistão

O árduo acesso ao pão de cada dia.
V Temnote (In the dark)


Sergei Dvortsvoy, 41’, 2004, Cazaquistão

Um homem que fabrica sacos de compras confronta-se com as alterações de hábitos de consumo (e correlativa mudança de visão do mundo) no Moscovo pós-queda do muro.



SESSÃO DE CINEMA - 01 ABRIL

01 Abr 2012 - das 16:00 às 19:00 - Auditório de Serralves

Ex-votos Portugueses
António Campos, 36’, 1976, Portugal
A Almadraba Atuneira


António Campos, 26’, 1961, Portugal
Falamos de Rio de Onor


António Campos, 62’, 1973-74, Portugal

Três filmes de pendor etnográfico, rodados em Portugal, entre 60 e 70, antes das profundas alterações produzidas pela revolução de Abril.


Sessão de Cinema de 15 de abril
15 Abr 2012 - das 16:00 às 19:00 - Auditório de Serralves

Curtas-metragens de Vittorio de Seta

Vinni lu tempu de li pisci spata, 11’, 1954, Itália


Isole di fuoco, 11’, 1954, Itália


Pastori di Orgosolo, 11’, 1958, Itália

Un giorno in Barbagia, 14’, 1958, Itália

I dimenticati, 20’, 1959, Itália

Modos de viver e trabalhar do povo italiano na década de 50.