terça-feira, fevereiro 12, 2013
segunda-feira, fevereiro 04, 2013
sábado, janeiro 19, 2013
quinta-feira, janeiro 17, 2013
Livros de fotografia
Aventuriers du monde : Les
grands explorateurs français au temps des premiers photographes 1866-1914
Direcção cientifica e textos de Jean-Christophe Rufin, Jean-Claude Guillebaud, Jean
Lacouture, et Alii
Edições: L'ICONOCLASTE (23 octobre 2003)
quarta-feira, janeiro 16, 2013
Livros de fotografia
Primitifs de la photographie
Le calotype en France (1843-1860)
Dirigé par Sylvie Aubenas
Préface de Bruno Racine
Contributions de Archives
nationales
Autres contributions de Paul-Louis
Roubert, Sylvie Aubenas
Editora Gallimard
quinta-feira, janeiro 10, 2013
Maçã de Darwin, macaco de Newton
João Maria Gusmão e Pedro Paiva começaram a trabalhar em conjunto em 2011, não somente em produções artísticas, mas também em projetos editoriais, das suas apresentações destacam-se a série "Eflúvio magnético" e "Abissologia - para uma ciência transitória do indiscernível", assim como exposições individuais realizadas em Noruega, Itália, França, Alemanha, Espanha, entre outros.
sábado, janeiro 05, 2013
domingo, dezembro 23, 2012
quarta-feira, dezembro 19, 2012
SMELL OF TIGER PRECEDES TIGER
SMELL OF TIGER PRECEDES TIGER
de André
Príncipe, é um diário de viagem existencialista.
André Príncipe viajou de Lisboa a Tóquio por terra e mar, com um desejo de
escapar, de ir para longe. O desconforto e alienação iniciais desaparecem à
medida que os bares vazios e os quartos de hotel são substituidos por janelas
de comboios e a vastidão do deserto, e regressam com o proximidade das grandes
cidades Asiáticas. A sequência foi concebida de forma a ser lida da direita
para a esquerda, assim como da esquerda para a direita, expressando o aspecto
circular da viagem.
"Quatro livros em dois anos e André
Príncipe não acabou de atravessar o mundo visível à procura de ordenar os
segredos.." Philippe Azoury

sexta-feira, dezembro 07, 2012
Seminário - Benjamin e a obra de arte
Porta33
Seminário por António Guerreiro
WALTER BENJAMIN E A OBRA DE ARTE – EM TORNO DE UMA ESTÉTICA BENJAMINIANA
20 a 21 de Dezembro de 2012, das 20:30
às 23:30 horas
22 de Dezembro, 10:30 às 13:00 / das 15:00 às 17:30 horas
As formulações, os princípios e as
categorias que nos permitem falar de uma estética de Walter Benjamin não
tiveram desenvolvimento sob a forma de uma obra coerente, de um tratado. Essa
estética, que só pode ser reconstruída a partir de um conjunto muito variado de
reflexões sobre a arte e a literatura, em momentos diferentes da sua obra,
desenvolveu-se sobretudo em resposta às questões colocadas pela modernidade e
pelas novas formas de experiência a que esta deu origem. A atenção do filósofo
esteve sempre muito mais virada para a "obra de arte" do que para a
estética e a filosofia da arte. No entanto, o seu contributo para a superação
das categorias da estética clássica e romântica é valioso e alguns dos seus
conceitos (por exemplo, o de declínio da aura) tornaram-se pregnantes no modo
de entender a arte moderna e as vanguardas, na sua relação com uma história
material e política.
Nota biográfica
António Guerreiro, ensaísta e crítico literário no
semanário "Expresso", é autor de O Acento Agudo do Presente [Prémio
de Ensaio P.E.N. 2000, Cotovia] e editou com Olga Pombo e António Franco
Alexandre, Enciclopédia e Hipertexto. Fundou com José Gil e Silvina
Rodrigues Lopes a revista Elipse. Walter Benjamin e Aby Warburg são os
autores a que tem dedicado nos últimos anos o seu trabalho de investigação. Com
a Porta 33, António Guerreiro colaborou na apresentação dos livros Cântico
dos Cânticos, com José Tolentino Mendonça, Ilda David e Alexandre Melo,
[Museu de Arte Sacra, 1997] e O Lugar do Poço, com Rui Chafes e João
Miguel Fernandes Jorge, [Porta 33, 1998]; participou no seminário Identidade(s):
Nada, Tudo, Alguma Coisa, com Paulo Pires do Vale, José Tolentino Mendonça
e João Barrento [Porta 33, 2011] e, em Agosto de 2012, ministrou o seminário Aby
Warburg — Imagem, Memória e Cultura.
quinta-feira, novembro 22, 2012
quinta-feira, novembro 08, 2012
quarta-feira, novembro 07, 2012
segunda-feira, outubro 29, 2012
domingo, outubro 14, 2012
sábado, setembro 29, 2012
Exposição de fotografias “BLUE MUD SWAMP”, de Filipe Casaca.
A Galeria Pente 10 – Fotografia Contemporânea inaugura no dia 2 de Outubro, terça-feira, às 19h00, a exposição “Blue Mud Swamp” de Filipe Casaca. Será lançado o livro Blue Mud Swamp, edição conjunta entre o autor e a galeria Pente 10.
A exposição consiste numa série de 20 fotografias a cores, realizadas em Dalian, China, em 2011, com o apoio de uma Bolsa de Criação Artística da Fundação Calouste Gulbenkian.
Dalian encontra-se entre as melhores cidades para se viver na China”, o que a eleva a um patamar promissor. A costa quente e húmida é um postal que atrai e convida o Homem a fixar-se onde a terra encontra o Mar Amarelo. A realidade é, no entanto, dissonante. Apesar estar rodeada de belezas naturais, de praias e de lugares destinados ao entretenimento, a cidade transmite no seu conjunto uma sensação de artificialidade, para o qual contribuiu a construção desenfreada de infra-estruturas associadas a um estilo de vida cosmopolita. Em alguns casos a abundância gerou uma certa degradação e abandono. Com um esplendor que nos remete para um passado recente, paira aqui uma certa melancolia, como acontece em tudo o que era novo, colorido e perfeito, mas que não foi cuidado, perecendo com o passar do tempo.
“Que memória tenho desta cidade? A fluidez do mar; a inconstância ao longo da orla marítima; a vivência dos seus estímulos aparentemente ʻsublimesʼ, que aqui atraem a presença do Homem; a de ser um ʻparaíso artificialʼ. Ali, observei comportamentos e símbolos que me levaram a uma reflexão pessoal sobre os seus significados.”, Filipe Casaca
Filipe Casaca nasceu em Lisboa, em 1983. Frequentou a Faculdade de Belas Artes em Artes Plásticas - Escultura e o Instituto Português de Fotografia. Em 2008 expôs na galeria P4 a série “Telegrama”. No mesmo ano desenvolveu “Habitats” em parceria com José Ribeiro, doente e artista do Hospital Júlio de Matos, que integrou uma exposição colectiva no Pavilhão 28 (P28). Em 2009 foi seleccionado para os Encontros de Imagem de Braga. Em 2010 expôs na K-Galeria “a minha casa é onde estás”. Em 2011 expôs na galeria Pente 10 a série “a minha casa é onde estás”, em simultâneo com o lançamento do livro do mesmo nome, edição do autor. Frequentou a residência artística - Artist in Residence Yamanashi (AIRY), no Japão. Obteve o apoio de uma Bolsa de Criação Artística da Fundação Calouste Gulbenkian. Filipe Casaca está representado em várias colecções públicas e privadas, como BES ART – Colecção Banco Espírito Santo e no Kiyosato Museum of Photographic Arts (KMoPa), no Japão.
Filipe Casaca “Blue Mud Swamp” Pente 10
Travessa da Fábrica dos Pentes, 10 (ao Jardim das Amoreiras)
1250-106 Lisboa catarina@pente10.com
www.pente10.com
Tel. 91 885 15 79
Inauguração terça-feira, 2 de Outubro, às 19H00.
A exposição estará patente até 22 de Dezembro de 2012
Horário: 3a a Sábado, 15H00 às 19H00
Metro: Rato
Etiquetas:
Filipe Casaca,
Fotografia,
Galeria Pente 10
segunda-feira, setembro 17, 2012
The History of 20th Century European Photography
Apresentação do projecto editorial
Conversa com Michaela Bosakova (Fotofo de Bratislava) e Emília Tavares
Lançamento do 1º volume de 1900-1938
(inclui ensaio sobre Portugal)
3ª feira | 18 Setembro | 18h |Auditório FBAUL
Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa
Largo da Academia Nacional de Belas-Artes
1249-058 Lisboa
Largo da Academia Nacional de Belas-Artes
1249-058 Lisboa
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