sexta-feira, fevereiro 22, 2013

O mar é maior.

Angra do Heroísmo
Fotografia de Ângela Camila Castelo-Branco

terça-feira, fevereiro 12, 2013

segunda-feira, fevereiro 04, 2013

Retratos de Lisboa.

Rua da Anchieta, Lisboa 2013
Fotografia Ângela Camila Castelo-Branco 

sábado, janeiro 19, 2013

Lugares comuns.

Jardim em Campolide, Lisboa.
Fotografia Ângela Camila Castelo-Branco

quinta-feira, janeiro 17, 2013

Livros de fotografia

Aventuriers du monde : Les grands explorateurs français au temps des premiers photographes 1866-1914


Direcção cientifica e textos de Jean-Christophe Rufin, Jean-Claude Guillebaud, Jean Lacouture, et Alii

Edições: L'ICONOCLASTE (23 octobre 2003)

quarta-feira, janeiro 16, 2013

Livros de fotografia



Primitifs de la photographie

Le calotype en France (1843-1860)
Dirigé par Sylvie Aubenas
Préface de Bruno Racine
Contributions de Archives nationales
Autres contributions de Paul-Louis Roubert, Sylvie Aubenas
Editora Gallimard

quinta-feira, janeiro 10, 2013

Maçã de Darwin, macaco de Newton


João Maria Gusmão e Pedro Paiva começaram a trabalhar em conjunto em 2011, não somente em produções artísticas, mas também em projetos editoriais, das suas apresentações destacam-se a série "Eflúvio magnético" e "Abissologia - para uma ciência transitória do indiscernível", assim como exposições individuais realizadas em Noruega, Itália, França, Alemanha, Espanha, entre outros.

Exposição de fotografia na Galeria Fonseca Macedo.

sábado, janeiro 05, 2013

Crosswalk.

Rua do Ouro, Lisboa.
Fotografia Ângela Camila Castelo-Branco

quarta-feira, dezembro 19, 2012

SMELL OF TIGER PRECEDES TIGER





SMELL OF TIGER PRECEDES TIGER
 de André Príncipeé um diário de viagem existencialista. André Príncipe viajou de Lisboa a Tóquio por terra e mar, com um desejo de escapar, de ir para longe. O desconforto e alienação iniciais desaparecem à medida que os bares vazios e os quartos de hotel são substituidos por janelas de comboios e a vastidão do deserto, e regressam com o proximidade das grandes cidades Asiáticas. A sequência foi concebida de forma a ser lida da direita para a esquerda, assim como da esquerda para a direita, expressando o aspecto circular da viagem.



"Quatro livros em dois anos e André Príncipe não acabou de atravessar o mundo visível à procura de ordenar os segredos.." Philippe Azoury













sexta-feira, dezembro 07, 2012

Seminário - Benjamin e a obra de arte


Porta33
Seminário por António Guerreiro
WALTER BENJAMIN E A OBRA DE ARTE – EM TORNO DE UMA ESTÉTICA BENJAMINIANA
20 a 21 de Dezembro de 2012, das 20:30 às 23:30 horas 

22 de Dezembro, 10:30 às 13:00 / das 15:00 às 17:30 horas
As formulações, os princípios e as categorias que nos permitem falar de uma estética de Walter Benjamin não tiveram desenvolvimento sob a forma de uma obra coerente, de um tratado. Essa estética, que só pode ser reconstruída a partir de um conjunto muito variado de reflexões sobre a arte e a literatura, em momentos diferentes da sua obra, desenvolveu-se sobretudo em resposta às questões colocadas pela modernidade e pelas novas formas de experiência a que esta deu origem. A atenção do filósofo esteve sempre muito mais virada para a "obra de arte" do que para a estética e a filosofia da arte. No entanto, o seu contributo para a superação das categorias da estética clássica e romântica é valioso e alguns dos seus conceitos (por exemplo, o de declínio da aura) tornaram-se pregnantes no modo de entender a arte moderna e as vanguardas, na sua relação com uma história material e política.
Nota biográfica
António Guerreiro, ensaísta e crítico literário no semanário "Expresso", é autor de O Acento Agudo do Presente [Prémio de Ensaio P.E.N. 2000, Cotovia] e editou com Olga Pombo e António Franco Alexandre, Enciclopédia e Hipertexto. Fundou com José Gil e Silvina Rodrigues Lopes a revista Elipse. Walter Benjamin e Aby Warburg são os autores a que tem dedicado nos últimos anos o seu trabalho de investigação. Com a Porta 33, António Guerreiro colaborou na apresentação dos livros Cântico dos Cânticos, com José Tolentino Mendonça, Ilda David e Alexandre Melo, [Museu de Arte Sacra, 1997] e O Lugar do Poço, com Rui Chafes e João Miguel Fernandes Jorge, [Porta 33, 1998]; participou no seminário Identidade(s): Nada, Tudo, Alguma Coisa, com Paulo Pires do Vale, José Tolentino Mendonça e João Barrento [Porta 33, 2011] e, em Agosto de 2012, ministrou o seminário Aby Warburg — Imagem, Memória e Cultura.

quinta-feira, novembro 22, 2012

In memoriam - Vitor Wladimiro Ferreira (27/06/1934 - 22/10/2012)

Pai Vitor, Lourenço Marques 1973.
Fotografia de Ângela Camila Castelo-Branco

quarta-feira, novembro 07, 2012

Retratos de Lisboa.

Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa 2012
Fotografia Ângela Camila Castelo-Branco

segunda-feira, outubro 29, 2012

domingo, outubro 14, 2012

Prisma da semana - Lisboa, Tejo e tudo.

Cais das Colunas, Lisboa
Fotografia Ângela Camila Castelo-Branco

sábado, setembro 29, 2012

Exposição de fotografias “BLUE MUD SWAMP”, de Filipe Casaca.


A Galeria Pente 10 – Fotografia Contemporânea inaugura no dia 2 de Outubro, terça-feira, às 19h00, a exposição “Blue Mud Swamp” de Filipe Casaca. Será lançado o livro Blue Mud Swamp, edição conjunta entre o autor e a galeria Pente 10.

A exposição consiste numa série de 20 fotografias a cores, realizadas em Dalian, China, em 2011, com o apoio de uma Bolsa de Criação Artística da Fundação Calouste Gulbenkian.

Dalian encontra-se entre as melhores cidades para se viver na China”, o que a eleva a um patamar promissor. A costa quente e húmida é um postal que atrai e convida o Homem a fixar-se onde a terra encontra o Mar Amarelo. A realidade é, no entanto, dissonante. Apesar estar rodeada de belezas naturais, de praias e de lugares destinados ao entretenimento, a cidade transmite no seu conjunto uma sensação de artificialidade, para o qual contribuiu a construção desenfreada de infra-estruturas associadas a um estilo de vida cosmopolita. Em alguns casos a abundância gerou uma certa degradação e abandono. Com um esplendor que nos remete para um passado recente, paira aqui uma certa melancolia, como acontece em tudo o que era novo, colorido e perfeito, mas que não foi cuidado, perecendo com o passar do tempo.

“Que memória tenho desta cidade? A fluidez do mar; a inconstância ao longo da orla marítima; a vivência dos seus estímulos aparentemente ʻsublimesʼ, que aqui atraem a presença do Homem; a de ser um ʻparaíso artificialʼ. Ali, observei comportamentos e símbolos que me levaram a uma reflexão pessoal sobre os seus significados.”, Filipe Casaca

Filipe Casaca nasceu em Lisboa, em 1983. Frequentou a Faculdade de Belas Artes em Artes Plásticas - Escultura e o Instituto Português de Fotografia. Em 2008 expôs na galeria P4 a série “Telegrama”. No mesmo ano desenvolveu “Habitats” em parceria com José Ribeiro, doente e artista do Hospital Júlio de Matos, que integrou uma exposição colectiva no Pavilhão 28 (P28). Em 2009 foi seleccionado para os Encontros de Imagem de Braga. Em 2010 expôs na K-Galeria “a minha casa é onde estás”. Em 2011 expôs na galeria Pente 10 a série “a minha casa é onde estás”, em simultâneo com o lançamento do livro do mesmo nome, edição do autor. Frequentou a residência artística - Artist in Residence Yamanashi (AIRY), no Japão. Obteve o apoio de uma Bolsa de Criação Artística da Fundação Calouste Gulbenkian. Filipe Casaca está representado em várias colecções públicas e privadas, como BES ART – Colecção Banco Espírito Santo e no Kiyosato Museum of Photographic Arts (KMoPa), no Japão.

Filipe Casaca “Blue Mud Swamp” Pente 10
Travessa da Fábrica dos Pentes, 10 (ao Jardim das Amoreiras) 
1250-106 Lisboa catarina@pente10.com
www.pente10.com 
Tel. 91 885 15 79 
Inauguração terça-feira, 2 de Outubro, às 19H00. 
A exposição estará patente até 22 de Dezembro de 2012 
Horário: 3a a Sábado, 15H00 às 19H00 
Metro: Rato