terça-feira, março 29, 2016

LX Factory

Lisboa, Março de 2016
© Fotografia de Angela Camila Castelo-Branco

sábado, fevereiro 13, 2016

Regresso ao passado com Alex Timmermans




I always have been fascinated by photography.
But with the introduction of the digital camera it all became too easy, too predictable …to me.
So I forced myself to go back to the roots of real analog photography.
Not just by making the photograph itself, but by controlling the entire photographic process.

This brought me back to the middle of the 19th century, to the amazing Collodion wet plate process.
And every single day I feel challenged to refine and improve myself.



                                  27x27cm BGA
                             exposure time 4 sec.
                             KCN fixer

                             Hermagis 300 mm petzval f4.0 wide open






                              27x27cm black glass ambrotype
                      exposure time 2 seconds

                         Hermagis 300 mm 4.0 petzval





Objectivas Hermagis

http://collodion-art.blogspot.pt, um blog formidável para quiser estudar e aprender como se fazem ambrótipos e colódios. O autor, Alex Timmermans, explica todo o processo fotográfico com minúcia e grande entusiasmo. 


sexta-feira, dezembro 25, 2015

Samuel Beckett, fotografado por Jane Bown

Samuel Beckett, fotografado por Jane Bown, nas traseiras do Royal Court Theatre, em Sloane Square, Londres 1976. 

terça-feira, dezembro 22, 2015

Samuel Beckett (Dublin, 13 de Abril de 1906 — Paris, 22 de Dezembro de 1989)

Samuel Beckett fotografado por Richard Avedon, em Abril de 1979

domingo, novembro 15, 2015

Joseph-Philibert Girault de Prangey, daguerreotipista francês

Girault de Prangey

Auto-retrato


Joseph-Philibert Girault de Prangey, desenhador, pintor e daguerreotipista francês, nasceu em 1804, no seio de uma família aristocrática, em Langres (Haut-Marnes). Em 1828, após  tirar o bacharelato em Belas Arte e concluir o curso de Direito, frequentou diversos cursos de desenho em Langres e Paris.

Fascinado pela arqueologia e a arquitectura monumental, em 1830 decide viajar pela Itália, Espanha e África do Norte, regressando a França com um grande número de desenhos e pinturas.

Em 1831, é convidado a participar numa expedição que tem como objectivo a inventariação de monumentos mouriscos, entre os séculos VIII e XV, nas cidades de Córdoba, Sevilha e Granada, região da Andaluzia, em Espanha. Como resultado deste trabalho, nos anos de 1836 a 1839, os seus desenhos são litografados e publicados em três volumes que descrevem pormenorizadamente o património arquitectónico da região.

O ano de 1841 pode ser considerado o ano de viragem artística de Girault de Prangey. Publica o “Essai sur l’architecture des Arabes et des Mores en Espagne, en Sicile et en Barbarie”. Entusiasmado com o advento da fotografia, por esta possibilitar o registo de pormenores arquitectónicos dos edifícios, em dezoito meses aprende o ofício com esmero e passa a dedicar-se à arte fotográfica como amador. Os primeiros vinte daguerreótipos que assina, retratam monumentos e vistas da cidade de Paris.

Catedral de Notre-Dame de Paris, França 1841


Templo de Vesta, Roma, Itália 1843

                 
Minarete, Cairo, Egipto 1843

Colunas Lotiformes (flor de Lotus), Atenas, Grécia 1843

À semelhança de muitos dos seus contemporâneos, que nutriam especial atracção pela cultura e pelas civilizações do Médio Oriente, em 1842 empreende uma grande viagem levando consigo o seu equipamento fotográfico. Iniciando o périplo pela cidade de Roma, onde terá registado cerca de trezentas vistas e realizado os primeiros daguerreótipos em formato panorâmico na vertical, viajou pelo Egipto, Grécia, Império Otomano, Palestina e Síria. Ao todo, terá efectuado cerca de 1000 daguerreótipos fixando vistas e monumentos nas cidades do Cairo, Alexandria, Atenas, Constantinopla, Esmirna, Jerusalém, Damas, Balbek e Alep. Tendo inicialmente traçado um percurso entre a Itália e a Pérsia, viu gorada a ambição de passagem pelo último destino, por ter tido receio de perder todos os registos fotográficos que já havia realizado.

Propileu, Atenas, Grécia 1842

Jerusalém, 1844

Hoje, apercebendo-nos dos meios logísticos que à época eram necessários para desempenhar tamanha odisseia e não esquecendo as adversas condições climatéricas da região, só podemos exprimir admiração pelo trabalho deste pioneiro da fotografia e espantarmo-nos com o número de placas que foram preservadas até aos nossos dias.

Joseph-Philibert Girault de Prangey, regressa a França em 1844. Em Paris, inicia a preparação de duas grandes publicações sobre Arte Islâmica, ilustradas com litografias feitas a partir dos daguerreótipos: “Monumentos Árabes”, editado em 1846, e “ Monumentos e paisagens do Oriente”, publicação ilustrada com litografias coloridas, datada de 1851.

Alpes, Suiça 1848

Pela fraca venda das edições, não mais voltaria a publicar livros sobre a matéria. Contudo, o ultimo grande trabalho de fôlego realizado pelo fotógrafo, entre 1846 e 1850, na Suíça e na França, reveste-se, hoje, de grande importância para a fotografia europeia. Dele são os primeiros daguerreótipos dos Alpes Suíços e do grande maciço do Mont Blanc, em França.

Mont Blanc, França (1845 - 1850)

Findo o “salto” entre as fronteiras dos dois países, dedicou os últimos anos de vida ao estudo da botânica, ao desenho e ao levantamento patrimonial da sua terra natal. Faleceu em 1892, sem que nunca tenha tido reconhecimento dos seus pares e sem nunca ter exposto nenhum trabalho fotográfico.
Não tendo descendentes, grande parte da sua obra fotográfica foi deixada ao abandono num dos sótãos da sua habitação. Em 1920, a sua propriedade viria a ser comprada pelo Conde de Simony que, apesar de ter encontrado 856 daguerreótipos nas instalações, não deu conhecimento público da descoberta até 1934. Mais tarde, alguns especialistas de várias instituições e comerciantes adquiriram peças do espólio. Em 1951, a Biblioteca Nacional de França consegue adquirir vinte chapas, que  devidamente conservou e preservou. No inicio de 2002, após efectuadas partilhas pelos herdeiros de Simony, foram postos a leilão 350 daguerreótipos.  Destes, 150 foram adquiridos pela BNF e 61 pelo Museu Gruérien, na Suíça. Treze anos depois, no dia 11 de Novembro de 2015, estiveram a leilão na Christie’s 42 daguerreótipos, de que aqui damos conta dos valores atingidos.

Angela Camila Castelo-Branco


Bibliografia:
Catálogo da exposição “Miroirs d’argent: daguerréotypes de Girault de Prangey”, Genève, Musée Gruérien, Slatkine, 2008.

Catálogo leilão Christie’s, Novembro de 2015



Leilão de daguerreótipos de Joseph Philiberth Girault de Prangey, na Christie's, em Paris


Daguerreótipos de Joseph Philiberth Girault de Prangey (1804 - 1892) leiloados  em Paris, pela Christie's, no dia 11 de Novembro de 2015.



Vista de deserto, próximo de Alexandria, Egipto, 1842.

Daguerreótipo 9,5 x 24 cm
Vendido por 133,500 €


Templo de Júpiter Tonnant, Roma, 1842

Daguerreótipo 19 x 24 cm
Vendido por 175,500 €


Templo de Júpiter Tonnant e igreja de Igreja de Santa Martina e São Lucas, Roma, 1842

Dois daguerreótipos de 24 x 19 cm
Vendidos por 97,500 €


Génova, 1842

Daguerreótipo 19 x 24 cm
Vendido por 67,500 €


Rua Rosette (?), 1842

Daguerreótipo 24 x 9,5 cm
Vendido por 61,500 €



quinta-feira, novembro 12, 2015

Lincoln fotografado no estúdio de Mathew Brady

Pela módica quantia de 700.000 dólares, vai a leilão na Christie's, um óleo de Norman Rockwell, que mostra o fotógrafo Mathew Brady (1822 - 1896) a fotografar Abraham Lincoln. 


sexta-feira, outubro 23, 2015

In Memoriam - Victor Wladimiro Ferreira (27/06/1934 - 22/10/2012)



O meu pai fotografado pelo Comandante Casaleiro Tavares, um excepcional fotógrafo amador. Lourenço Marques, 1970.

terça-feira, setembro 15, 2015

Ribeira, Porto

Porto, Agosto de 2015
© Fotografia de Angela Camila Castelo-Branco

segunda-feira, setembro 07, 2015

Ribeira, Porto

Porto, Agosto de 2015
© Fotografia de Angela Camila Castelo-Branco

sábado, agosto 08, 2015

Azul e amarelo - Forte de Caxias.

Caxias 2015
© Fotografia de Angela Camila Castelo-Branco

quinta-feira, agosto 06, 2015

quarta-feira, agosto 05, 2015

Quiosques de Lisboa.

© Fotografia de Angela Camila Castelo-Branco

segunda-feira, agosto 03, 2015

Creepy...

© Fotografia de Angela Camila Castelo-Branco

domingo, agosto 02, 2015

Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado

© Fotografia de Angela Camila Castelo-Branco

domingo, julho 05, 2015

“Douro, lugar de um encontro feliz” - exposição de fotografias de António Barreto, no Museu do Douro



O Museu do Douro inaugura no dia 10 de Julho a exposição de fotografias de António Barreto: “Douro, lugar de um encontro feliz”. A exposição é comissariada por Ângela Camila Castelo-Branco que seleccionou para a mostra fotografias do autor realizadas entre 1978 e 2014. O projecto teve como parceiros a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte e a Liga dos Amigos do 
Douro Património Mundial.

Amanhecer em Vila Nova de Gaia, 2014


A exposição consta de 55 fotografias a cores e a preto-e-branco mostrando a diversidade de pontos de vista e de impressões proporcionada pela Região, com particular foco nas vinhas, no vinho, no rio e nos socalcos e encostas dos vales do Douro e seus afluentes. Nesta região, ocorreu, há séculos, um encontro feliz entre trabalhadores, lavradores e comerciantes, entre portugueses e estrangeiros (ingleses, escoceses, holandeses…), de que resultou um grande vinho e uma paisagem única. Esta última, de excepcional beleza, é o resultado de um enorme esforço humano de trabalho, cuidado e disciplina. Assim como é testemunho de capítulos importantes da história de Portugal e do seu comércio.

Colocação de estacas na quinta da Marka, Gouvinhas




A exposição estará patente ao público, na sede do Museu do Douro, no Peso da Régua, de 10 de Julho a 28 de Setembro de 2015. Depois deste período, entra em itinerância pela Região Demarcada do Douro.


No rio Douro, Peso da Régua


“Douro, lugar de um encontro feliz” traz-nos todos os olhares do fotógrafo, com realce para uma particularidade: a intimidade.


Comboio da linha do Corgo, estação de Vila Real.


Armazéns da Real Companhia Velha, Vila Nova de Gaia



António Barreto, fotografado por Ângela Camila Castelo-Branco 


António Barreto nasceu no Porto em 1942. Sociólogo, professor universitário e político, foi deputado e membro do governo, assim como colunista de vários jornais. Sócio correspondente da Academia das Ciências de Lisboa. Prémio Montaigne em 2004. Autor da série de televisão “Portugal, um retrato social” e do documentário “As horas do Douro”. Presidente da Fundação Francisco Manuel dos Santos, de 2009 a 2014. Sócio fundador da APPh. (Associação Portuguesa de Photographia). Autor de vários livros, entre os quais “Um Retrato do Douro”, “Douro”, “Fotografias 1967-2010” e “Douro; Rio, Gente e Vinho.

quinta-feira, junho 25, 2015

Gatos

Anita Ekberg no filme "La dolce vita"


Mark Twain

Marlon Brando fotografado por Murray Garrett, em 1955


Margaret Bourke-White fotografada por Eisenstaedt


Edward Weston fotografado por  Imogen Cunningham, em 1945


Somerset Maugham fotografado para a revista Life por Alfred Eisenstaedt 


Audrey Hepburn fotografada por Richard Avedon


James Dean


Georgia O’Keeffe


Herbert Tobias


Jean Cocteau fotografado em 1950 por Jane Bown, em Paris.



Romy Schneider



Salvador Dali fotografado por Philippe Halsman


Frida Kahlo