quinta-feira, junho 28, 2007

Exposição de Fotografia no Ar.Co
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No próximo dia 3 de Julho, às 19.00 horas, inauguram a sua exposição final os dois grupos do nível 3 de Fotografia.

São 85 imagens, representando os 23 jovens autores que agora terminam o Plano de Estudos Básico, em Fotografia.

A exposição estará patente ao público nas instalações do Ar.Co, Rua de Santiago, 18 · 1100-494 Lisboa, até ao dia 10 de Julho e pode ser visitada todos os dias úteis entre as 10 e as 20 horas.


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INAUGURAÇÃO: 3 de Julho 2007 às 19.00h
LOCAL: Ar.Co, Rua de Santiago, 18 – 1100-494 Lisboa
DATAS: 4 a 10 de Julho 2007
HORÁRIO: 2ª a 6ª feira das 10.00h às 20.00h


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sábado, junho 23, 2007

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Promenades Photographiques de Vendôme
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© Michael Hauri

Michael Hauri

.Vencedor do Prémio Mark Grosset

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quarta-feira, junho 20, 2007


FOTOGRAFIAS

PAULIANA VALENTE PIMENTEL

Porque sem cenário não há espaço para nós! O teu nu não me ecxita... O teu toque não me arrepia... Se não poder sonhar-te! Deixa os teus corpos susurrarem-me o proibido... Deixa-me sonhá-los... um a um... Desejo-te mais em sonhos... Do que ao ter-te... Desejo-te mais na procura... O teu olhar não me provoca... O teu cheiro não me segura... Se não poder seduzir-te só mais um pouco...
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Regina, Sintra , Junho de 2007


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terça-feira, junho 19, 2007

Julião Sarmento
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“Film Noir (part2)”

Dando continuidade a uma série recente de trabalhos apresentados pela primeira vez na Christopher Grimes Gallery (Santa Monica, Califórnia, EUA) em Outubro de 2006, Julião Sarmento apresenta-nos agora “Film Noir (part2)”.
Pinturas, desenhos e esculturas povoam agora o espaço da Galeria Pedro Oliveira num misto de tensão e secretismo muito próprios do género (Film Noir).
A relação com o universo cinematográfico é óbvia, e como sabemos, já muito recorrente na prática artística do autor, mas Julião Sarmento aponta-nos aqui uma direcção clara – a das particularidades intrínsecas ao género noir naquilo que este tem, justamente, de mais obscuro.
É através da combinação de desenho, colagem, fotografia, texto, objectos, corpo e luz, mas sobretudo nos espaços vazios deixados entre todos estes elementos, que Julião Sarmento convoca o imaginário do espectador e o seu campo de expectativas, deixando-lhe, para isso, apenas pistas.
Se na primeira exposição as referências a determinados filmes e sobretudo a determinadas actrizes e personagens femininas eram explícitas, aqui o universo de referências torna-se conscientemente ficcional … as pistas são cada vez mais vagas e a sua eficácia é cada vez mais posta à prova.
Nesta exposição Julião Sarmento mantém as composições fragmentárias tão características no seu trabalho (é disto que falamos quando falamos de pistas), e com elas, volta a convocar no espectador a sua capacidade de edificação de uma determinada ideia de estranheza, de sedução, de desejo, de arrepio.
A elas é aqui acrescentada uma componente que reforça a tensão latente de onde parecem emergir sempre as obras do autor – a presença do corpo na sua acepção mais primária, no cumprimento violento e tenso de uma determinada acção – a marca do sangue.

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Ana Anacleto (Junho 2007)

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Inauguração 5ª feira – 21 de Junho às 22H00
(Até 28 de Julho)

GALERIA PEDRO OLIVEIRA
Calçada de Monchique, 3 · 4050-393 Porto
T. 22 200 71 31 F. 22 200 23 34
E. galpo@mail.telepac.pt
URL. http://www.galeriapedrooliveira.com/
3ª Feira a Sábado: 15H00 – 20H00


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segunda-feira, junho 18, 2007


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LEWIS HINE
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"Trabalho Infantil na América 1908-1912"



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sexta-feira, junho 15, 2007

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Exposição de Fotografia - Instituto Politécnico de Tomar
Exposição Curso Superior de Fotografia - Instituto Politécnico de Tomar a decorrer no Arquivo Municipal de Lisboa / Arquivo Fotográfico, entre 21 de Junho e 31 de Julho de 2007.

O Instituto Politécnico de Tomar é uma instituição de ensino superior, que embora distante dos grandes centros, aposta na inovação do ensino, criando cursos já afirmados no mercado, como o curso de Conservação e Restauro e o curso de Tecnologia e Artes Gráficas. Mais recentemente o IPT fez aprovar dois novos cursos, o de Artes Plásticas e o de Fotografia.
O Curso Superior de Fotografia é ainda hoje o único no panorama do ensino superior público em Portugal, perfazendo actualmente seis anos de ensino da fotografia. Os melhores e mais representativos trabalhos dos estudantes e diplomados do curso, incidindo sobre os processos alternativos de impressão fotográfica, utilizados nos finais do século XIX e início do século XX, serão agora apresentados na exposição a decorrer no Arquivo Municipal de Lisboa / Arquivo Fotográfico, entre 21 de Junho e 31 de Julho de 2007.
Arquivo Municipal de Lisboa. A exposição estará aberta ao público até ao dia 31 de Julho, de 3ª feira a sábado, das 10 às 19 horas.

terça-feira, junho 12, 2007

12 de Junho às 20:oo horas
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Leão de Ouro para Malick Sidibé na Bienal de Arte de Veneza

O fotógrafo maliano Malick Sidibé vai receber o Leão de Ouro pela sua carreira durante a 52.ª bienal de arte contemporânea de Veneza.
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No blogue de ALEXANDRE POMAR
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sábado, junho 09, 2007

Casa de Albrecht Durer em Nuremberga
Colecção Ângela Camila Castelo-Branco e António Faria
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Albrecht Dürer e Mr. Péreire

Pela manhã, quando ainda está fresquinho, gosto de passear pelas feiras de velharias. Aos sábados, sempre que posso, dou um salto à Feira da Ladra, em Lisboa. Não gosto de me ir embora sem ter comprado nada. Quando isto se torna doentio faço uma cura de desintoxicação e não apareço na feira durante uns meses. Apesar disso, tenho um amigo que lá vai e me telefona sempre que vê algo que possa interessar-me, (uma espécie de metadona para compradores compulsivos).
Hoje comprei dois Cartões Cabinet. Um é a casa de Dürer em Nuremberga. Lembrei-me que Albrecht Dürer (Nuremberga 1471 – 1528), foi gravador, pintor e ilustrador. Os seus interesses, no espírito humanista do Renascimento, abrangiam muitos campos: a matemática, a geografia, a arquitectura e a geometria. Mas, do que eu me lembrei logo, foi do magnífico rinoceronte desenhado por Dürer em 1515. O rinoceronte tinha sido oferecido a Portugal pelo Sultão de Gujarate, e o Rei D. Manuel I resolveu enviá-lo como prenda ao Papa Leão X. O barco que transportava o animal naufragou no mediterrâneo ao largo da costa italiana. O Papa não recebeu o seu presente e Dürer acabou por desenhá-lo, segundo as indicações num esboço feito pelo seu amigo português Damião de Góis, sem nunca ter visto o animal. A casa, que é hoje museu, foi adquirida pela cidade de Nuremberga em 1828 quando das comemorações dos 400 anos da morte de Dürer. No Cartão Cabinet que adquiri ainda podemos ver o telhado sem as modificações que já existiam mesmo antes dos bombardeamentos da Segunda Grande Guerra Mundial, que obrigaram a grandes obras de reconstrução. Uma bela peça!



Châlet dos Pereire, Arcachon
Colecção Ângela Camila Castelo-Branco e António Faria
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A outra fotografia, que adquiri juntamente com a da casa de Dürer, chamou-me a atenção pelo nome Châlet de Mr. Péreire, Arcachon. Péreire vinha seguramente de Pereira e logo que cheguei a casa atirei-me à Google. De facto as minhas suspeitas estavam certas. Os irmãos Emile Pereire (1800-1875) e Isaac Pereire (1806-1880) eram netos de Francisco Rodrigues Pereira (1715-1780), judeu português que se instalou em França em 1741 e se tornou intérprete de Louis XV. Se quiserem aprofundar mais a vertente familiar espreitem as ligações a Jacob Rodrigues Pereira (1715-1780), no excelente blogue a Rua da Judiaria. Jacob Pereira foi pedagogo e investigador, judeu português do século XVIII, foi pioneiro no ensino de surdos mudos e na criação da linguagem gestual.
Olhem só como o mundo é uma ervilha.
Emile e Isaac eram primos de Benjamin - Olinde Rodrigues - Henriques 1795-1851, filho de banqueiros judeus de ascendência portuguesa estabelecidos em Bordeaux e que a par de Auguste Comte (1798-1857), o filosofo francês, o próprio, o pai da Sociologia e fundador do positivismo, foram discípulos de Saint-Simon (1760-1825), e percursores do saint-simonisme.
As coisas que nós aprendemos com a Feira da Ladra!
Em 1875, Isaac Pereire compra o jornal "La Liberté". Emile foi membro do Conselho Geral de Gironde de 1853 a 1875 e do Corpo Legislativo de 1857 a 1870. Isaac foi membro do Corpo Legislativo de 1863 a 1870. Em 1835 Jacob Émile foi o responsável pela construção do caminho de ferro entre Paris e Saint- Germain en Laye e mais tarde fundou, com o seu irmão Isaac, a Société Générale de Crédit Mobilier, que haveria de tornar-se a maior instituição bancária de França. Construíram este Châlet em Arcachon no litoral atlântico do sul da França, donde nos chegam as melhores ostras da Europa. As duas fotografias custaram-me 6 €, convenhamos que fiz um bom negócio.
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sexta-feira, junho 01, 2007


Manual de Photographia


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